Apesar de muitas mulheres não admitirem, a maioria tem ao menos uma fantasia escondida dentre seus desejos, mas que não revela por medo, vergonha, timidez, enfim, uma série de motivos que faz com que somente o homem possa ter desejos mais ousados e tira da mulher a coragem de dizer sobre os seus, fazendo com que ela sinta-se mal ao contar, ou seja, isso faz com que muitas guardem para si.
O que fizemos foi dar uma forcinha para que vocês, homens, entendam que as mulheres também possuem fantasias, apenas não saem falando delas por aí.
1.Grupal - Sim, muitas mulheres gostariam de viver essa experiência, mas poucas chegaram a realiza-la por vivermos numa sociedade extremamente machista.
2.Com mais uma pessoa - Diferente do grupal, neste caso ela imagina apenas uma relação a três, ela, o parceiro e mais uma terceira pessoa, seja ela do mesmo sexo ou não.
3.Dominante - Esta é a que predomina, 90% das mulheres possuem o desejo de DOMINAR os homens na cama.
4.Submissa - Neste caso é, o contrário, da Dominante. Ela se dispõe a ficar, por exemplo, amarrada numa cama e deixar seu companheiro imaginar a vontade (e fazer, é claro).
5.Exibicionismo - Este é um tanto quanto ousado, poucas são as que revelam a vontade de fazer amor na frente de outras pessoas e de vê-las neste momento também. É bastante ousado e por essa razão voltamos a questão da sociedade em que vivemos e que, condena, certas praticas.
Gosta de curtir as noitadas com muito energético? Pois bem, você certamente precisa saber dessa informação.
Você conhece os efeitos do energético no seu organismo? Sabe o que ele pode fazer num período de 24 horas dentro do seu corpo?
Abaixo foi divulgado um infográfico com informações bastante úteis para você que adora tomar energético ou que faz uso do mesmo para manter-se acordado no trabalho, ou em situações que exijam atenção.
Confira:
10 minutos - É este o tempo necessário para que a bebida atinja sua corrente sanguínea.
15 a 45 minutos - É o período de maior euforia, de mais energia. É nesta hora que você se sente mais alerta.
30 a 50 minutos - Neste momento a cafeína já está na sua corrente sanguínea, o fígado começa a jogar açúcar no sangue.
1 hora - O corpo começa a sofrer uma queda bruta de açúcar; a cafeína passa a perder o efeito e você se sente desanimado.
5 a 6 horas - A essa altura a cafeína está em apenas 50% da sua corrente sanguínea.
12 horas - A cafeína está sendo totalmente eliminada do seu corpo.
12 a 24hrs - Começa o período de irritabilidade, dores de cabeça. Seu corpo começa a pedir mais cafeína.
7 a 12 dias - Caso você consuma cafeína (energéticos) diariamente, em questão de 7 a 12 dias, seu organismo já vai estar 'acostumado' com a substância, fazendo com que você sinta a necessidade de consumir sempre mais.
Apesar do energético não ser uma bebida alcoólica, também deve ser consumida com moderação.
Mais um caso de suicídio chocou a todos após uma mulher grávida presenciar uma cena nada agradável do marido e de sua própria mãe.
Ela havia ido ao mercado fazer compras e resolveu voltar mais cedo, quando chegou em casa flagrou o esposo na cama com sua mãe.
E pra piorar ainda a situação, a mulher estava grávida do marido e por ter tido relações com a sogra, ele acabou engravidando ela também.
Com a triste notícia a mulher traída acabou se matando após pular de um prédio nas proximidades de onde morava.
O terrível caso aconteceu em Gana e gerou polêmica em toda região e também nas redes sociais, pois essa decisão mortal foi criticada por alguns, mas outros a classificaram como vítima de toda situação e que sua atitude foi compreensível.
Quando Sophie Jaffe, de 31 anos, conheceu seu marido, Adi, de 38, a química foi imediata. Anos mais tarde, o relacionamento deles quase desmoronou quando ela descobriu uma teia de mentiras que ocultava a verdade: Adi era viciado em sexo e precisava de ajuda. Sophie explica como conseguiu lidar com a questão que ameaçava dar fim ao relacionamento deles, e como isso tornou o casal ainda mais unido no final.
Como eu descobri o segredo dele e nós resolvemos a questão como um casal.(Foto: Sophie Jaffe)
O início da nossa história de amor
Meu marido e eu nos conhecemos na UCLA, em 2005. Ele estava no primeiro ano do doutorado e eu no terceiro da graduação. Nós participávamos do mesmo curso de neurociência , então começamos a estudar juntos e nos apaixonamos um pelo outro. Eu sempre fazia o possível para estar no grupo de estudos dele, ele sempre me levava para minha próxima aula e nós sempre trocávamos mensagens de texto. As coisas evoluíram muito rapidamente; um pouco depois de nos conhecermos, já ficamos quase inseparáveis. Antes do nosso namoro começar oficialmente, ele me contou que já foi viciado em metanfetamina. Ele já havia passado por uma casa de reabilitação, e o episódio já fazia parte do seu passado. Para mim, isso era inspirador.
Após dois anos de relacionamento, Adi me traiu.
Ele conheceu alguém na academia e saiu com ela várias vezes; eles chegaram a dormir juntos uma vez. Ele foi sincero sobre o ocorrido e eu terminei com ele na mesma hora. Viajei para a Guatemala, Camboja e Tailândia como professora voluntária de inglês e ioga para crianças, e tive muito tempo para pensar sobre o que aconteceu. Quase um ano depois do final do relacionamento, quando eu estava na Tailândia, ele me escreveu uma carta que dizia: “o que você faria se soubesse que não podia errar? Por mais brega que pareça, eu faria tudo para ter você de volta e provar que sou a pessoa certa para você. Eu te amo. Diga-me se devo seguir com minha vida ou se ainda tenho uma chance”.
“Ele conheceu alguém na academia e saiu com ela várias vezes; eles chegaram a dormir juntos uma vez.”
Receber esta carta inesperada confirmou minhas suspeitas de que, embora estivesse curtindo minha liberdade e aventuras, realmente sentia saudades de Adi. Nós conversamos e concordamos que, caso voltássemos, faríamos terapia; afinal, não teria sentido ficarmos juntos após um ano só para nos separarmos novamente por causa de outra traição. Nós precisávamos de ajuda profissional para resolver a situação. Então, nos comprometemos a fazer isso e procuramos uma terapeuta, logo que ficamos noivos.
A descoberta de que Adi era viciado em sexo
“Aparentemente, toda vez que discutíamos por alguma coisa, enquanto eu chorava e ficava chateada, ele trocava mensagens de texto com outras mulheres para se sentir melhor”.
Quando estávamos noivos, eu ainda não confiava plenamente no Adi, então costumava mexer no celular dele. (Eu sei que não é um hábito muito saudável, mas é verdade.) Um dia, no caminho para a igreja, encontrei mensagens de texto inapropriadas, que ele trocava com outras mulheres. Ele dizia que queria ficar com elas e era explícito sobre o que queria fazer na cama. Nesse episódio, ele desmoronou. Ele não queria me perder, e foi a primeira vez que ele disse: “acho que sou viciado em sexo”. Aparentemente, toda vez que discutíamos por alguma coisa, enquanto eu chorava e ficava chateada, ele trocava mensagens de texto com outras mulheres para se sentir melhor.
Adi procurou um grupo anônimo de ajuda para viciados em sexo e começou a frequentar cinco dias por semana, e nós começamos a ver outra terapeuta além daquela que já consultávamos antes. No ano novo, um ano depois que nos casamos, descobri que estava grávida do nosso primeiro filho. Então, quando chegou perto do dia dos namorados, descobri que Adi tinha um grande segredo.
“Tínhamos apenas quatro meses de casamento, mas eu tirei minha aliança.”
Adi tinha uma conta no Ashley Madison, um site para pessoas casadas que querem trair seus cônjuges. Ele estava usando uma conta, e-mail e nome falsos para trocar fotos sensuais e cartas com outras pessoas. Ele ficou quase aliviado quando eu descobri o segredo, mas eu já me perguntava quanto mais eu poderia suportar. Como eu poderia acreditar no que ele dizia, se a situação parecia piorar cada vez mais? Ele jurou que nunca procurou nenhuma dessas mulheres por sexo, mas por que eu acreditaria nele? Tínhamos apenas quatro meses de casamento, mas eu tirei minha aliança.
Adi decidiu experimentar um programa de reabilitação ambulatorial para viciados em sexo. Ele teria se internado, mas para ser honesta, simplesmente não poderíamos pagar o tratamento enquanto ele ainda batalhava pelo doutorado e eu estava apenas começando meu negócio de saúde e bem-estar, o Philosophie. Ele fazia o tratamento ambulatorial de três a quatro dias por semana e ainda consultava um terapeuta particular. Seu visível esforço para melhorar me fazia sentir que ainda tínhamos uma chance. Encontramos um grupo de apoio que acabou sendo ótimo para mim também. Todas as noites de domingo, nós nos encontrávamos com outros casais que sofriam com o problema do vício em sexo, jantávamos juntos e tínhamos reuniões. Era um ambiente muito saudável para nós dois. Havia outros casais com relacionamentos incríveis, e eu pude perceber que não éramos os únicos a lidar com aquela situação.
Fortalecendo nosso relacionamento
Nosso primeiro ano de casamento foi o mais transformador. Eu estava grávida, nós não estávamos fazendo sexo e ele se esforçava muito para melhorar. Eu também estava lidando com minhas próprias questões. Quando eu descobri que o vício em sexo havia se manifestado novamente durante o nosso noivado, me pareceu que era um problema que ele deveria superar sozinho. Eu não pensava que também deveria fazer alguma coisa a respeito. Acontece que, uma vez que você se casa com uma pessoa, você assume os problemas dela — todos eles. Quando comecei a pensar no vício do Adi como um problema a ser abordado por nós dois, nosso relacionamento sofreu uma transformação. Realmente tivemos que voltar ao básico. Ele não podia ter amigas mulheres, sair com seus amigos ou, basicamente, se encontrar com alguém além de mim. Nós tentamos muitas coisas, como ioga, terapia de casais e outras alternativas. Tudo isso nos ajudou a descobrir o problema real, que o levava a preencher um vazio com sexo. Em sua essência, seu vício em sexo era uma forma de fugir da intimidade.
“Quando comecei a pensar no vício do Adi como um problema a ser abordado por nós dois, nosso relacionamento sofreu uma transformação”.
Os pais de Adi nunca lhe disseram que gostavam dele durante sua infância. Normalmente, nós dizemos isso mais de 10 vezes por dia para os nossos filhos, mas este não era o caso dele. Então, quando ele se sentia desconfortável com situações de intimidade — não apenas comigo — o vício servia como uma fuga. No passado, ele foi traficante e viciado em drogas. Quando a reabilitação o curou, sua fuga da realidade se tornou as mulheres. Tinha muito menos a ver com ficar com a mulher e muito mais com a intriga, a conquista e a necessidade de se sentir desejado.
Depois de toda a terapia, dos limites impostos e da reabilitação, estamos mais íntimos do que nunca. Não temo nem um pouco pelo futuro da nossa relação. A cada dia, eu confio ainda mais nele. Nunca mais vigiei o celular dele, e não precisamos mais de limites muito rígidos sobre as amizades de Adi ou suas saídas com colegas de trabalho. Acho que ele está recuperado, mas não é como se o problema nunca tivesse acontecido. É uma questão sobre a qual ainda falamos. Não estamos nos escondendo.
Também somos muito honestos com nossos familiares e amigos sobre isso. Em primeiro lugar, a maior parte da minha família o tomou como inimigo quando descobriram o problema, mas quando expliquei que tínhamos um plano para dar a volta por cima e que eu acreditava nele, eles lentamente começaram a nos apoiar. A maioria dos meus amigos nos apoiou totalmente; eu abandonei aqueles que achavam que ele era apenas um fraco e traidor. A experiência me ajudou a perceber quem estava realmente do meu lado.
(Foto: Sophie Jaffe)
Nossa vida nos dias de hoje
O vício em sexo é diferente de outros vícios, pois você não pode simplesmente abandonar o sexo para sempre e se recuperar. Nós vivemos um relacionamento dinâmico, íntimo, amoroso, e nossa vida sexual é muito equilibrada e saudável. Às vezes, chegamos a fazer sexo três ou quatro vezes por semana, mas também pode acontecer apenas uma vez nesse período. (Durante o tempo que ele estava lidando com o vício, só transávamos uma ou duas vezes por mês). Nós nos amamos, somos muito próximos um do outro e nossa confiança mútua nunca esteve tão forte. Há algum tempo, se Adi sugerisse algo novo na cama, imediatamente minha mente se enchia de insegurança e eu não parava de me perguntar o motivo por trás daquilo. Hoje, isso não acontece mais. Eu consigo ficar feliz por meu marido querer experimentar algo novo comigo.
Adi buscava se sentir melhor através de outras mulheres. Depois de todo o esforço que ele fez com a terapia, sessões de grupo e a compreensão que nos iluminou sobre o verdadeiro problema, ele não precisou mais disso. Ele se tornou uma pessoa melhor, que ainda tem suas necessidades, mas as satisfaz dentro do nosso relacionamento. Além do sexo, eu expresso minha admiração por ele de outras formas, mostrando o quanto estou feliz pelo que ele representa para nossa família.
Estamos casados há quase seis anos, e muitas pessoas perguntam por que eu não o deixei. Eu poderia ter feito isso, mas percebi a vontade que Adi tinha de mudar. Não era apenas conversa; as atitudes dele validavam o que ele dizia. Uma das coisas mais inspiradoras sobre este homem é que ele era um viciado e traficante, chegou a ser preso, saiu e mudou de vida. Ele cursou um dos melhores programas de doutorado na área da psicologia e agora está ajudando o mundo como um especialista em dependência. Eu sei que o pai dos meus filhos cometeu erros, que ele tem um lado vulnerável, mas também sei que ele tem o que precisa para mudar e crescer. Foram dois anos de trabalho duro, cansativo e extenuante, mas nós conseguimos.
Sophie Jaffe é uma especialista em saúde e bem-estar, chefe de cozinha especializada em alimentos crus e professora de ioga. Ela fundou sua empresa, aPhilosophie, com o objetivo melhorar a saúde de crianças e adultos de uma forma mais simples e inspiradora.
Quando Sophie não está desenvolvendo produtos revolucionários para as potências mundiais em super alimentos, ela está compartilhando seus insights sobre viver uma vida cheia de amor em seu blog Philosophie, saboreando cada momento com seus filhos, Kai e Leo, seu amoroso marido Adi e seu cão hiperativo, Lucca.
Era 2007 quando o mundo todo ficou chocado com a rotina de Ardi Rizal. Morador da Indonésia, ele era apenas um bebê de dois anos, mas já fumava nada menos do que 40 cigarros por dia. Oito anos depois, sua vida mudou bastante.
De lá para cá, Ardi viveu uma luta intensa para largar o vício pelo cigarro. Sua família garante que em 2010, aos cinco anos, ele parou de fumar. Na época, porém, trocou seus vícios e viveu um novo problema de saúde: a obesidade.
Ao invés de fumar, a criança comia. Sua mãe, culpada pela situação, dava cada vez mais comida para o filho. A batalha contra a obesidade, então, tornou-se tão intensa quanto a contra o tabagismo. E, aos poucos, Ardi começa a vencer.
Um vídeo se tornou viral nas redes sociais ao mostrar um carro derretendo por conta do forte calor que fazia na região de Caorle, na Itália.
As imagens foram divulgadas por um turista, que é motorista de táxi, e estava passando as férias com a família quando presenciou aquela cena rara.
John Westbrook não acreditou na cena que presenciou e registrou as imagens que foram rapidamente compartilhadas por diversas vezes nas redes sociais.
A temperatura do local no momento do vídeo era de 37°C segundo o taxista e por isso a maior parte do tempo de suas férias ficou no hotel para se proteger do forte calor.
Uma rachadura gigante obrigou vários moradores de uma região no noroeste do México a se mudarem do local.
A rachadura teria quilômetros de comprimento e atravessou uma grande rodovia daquele lugar causando um certo medo nos moradores.
Com a ajuda de um Hermosillo, foi possível utilizar um drone e capturar as imagens da enorme cratera formada naquele solo.
A região é povoada por vários agricultores que foram orientados a desocupar suas casas próximas a rachadura por conta do grande perigo de aumentar.
As autoridades do México informaram em entrevista que possivelmente pode ter sido um terremoto no último domingo que teria causado aquele grande buraco.